Engraçado hoje estava lendo o jornal e me deparei com uma reportagem falando da morte e do significado da mesma em várias religiões e vi que não sei em qual me encaixo e o mais engraçado de tudo é que nessa matéria falava justamente de que quando se perde alguém você não fica mais naquele luto de vestir preto e se trancar em casa como antes, e isto é bem verdade, mas eu pergunto:” Pra que se trancar em casa se você se tranca em seu próprio mundo e sofrimento?” Você vive os primeiros momentos na espera que aquela pessoa se levante do caixão e te der um belo abraço ou pelo menos tenha a chance de dizer o quanto você é importante pra ela e vice-versa.
Não sei se aprendi a lidar com o verdadeiro significado da morte, porque acredito que ela tem um propósito, mas ainda não consegui entender e nem quero entender por enquanto. Acho altamente sem sentido você viver tanto, escrever sua própria história e do nada você ser perdido e esquecido pelos ancestrais e pelo tempo.
O que acho mais interessante é que para muitos esse feriado do dia de finados é como um dia de folga e para outros é um dia de visita em um lugar onde você não consegue visualizar, abraçar e trocar palavras com o visitado, você apenas consegue lembrar-se de quantas vezes você já esteve ali naquela data chorando por sentir saudade de uma pessoa que se foi sem você ter tido ao menos a chance de dizer o quanto ela é importante pra você, de se lembrar como foi doloroso ver aquele corpo descendo para um lugar que ninguém mais terá acesso, tendo a certeza de aquele ali não tem mais volta que é uma viagem eterna, onde o destino compra a passagem de ida sem direito a de volta da maneira que você gostaria que voltasse e que você só terá acesso a aquela pessoa nas suas fotografias, cartas, filmagens, sonhos e pensamentos, enquanto muitas vezes não queria dizer e nem ouvir absolutamente nada daquela pessoa e sim ter apenas a sua presença te abraçando ou até mesmo te olhando.
A cada ano que se passa você percebe que a sua saudade amadureceu, mas que jamais você esqueceu e esquecerá o quanto aquela pessoa foi, é e sempre será importante pra você e o quanto ela faz falta em sua vida, mas que isto tudo serve de lição para que você viva mais intensamente, conseguindo escrever a sua vida com toques e sons em várias melodias e valorizando cada vez mais os que estão presentes. Em relação aos outros que já se foram quem sabe um dia vocês não voltem a se reencontrar, aliás, eu acho que essa é a vontade de todos que já perderam e sofrem com a perda de um ente querido.
Posso dizer com toda convicção que não é preciso um mês de luto trancado em casa quando alguém partir, porque você terá esses momentos de luto com você mesmo em vários momentos de sua vida, quando você acordar eufórico querendo contar um sonho maravilhoso que você teve, que você foi bem sucedido em uma prova ou no trabalho, que você está tendo êxito na sua vida e para contar sobre as maravilhas de se viver e dos presentes que a vida nos oferece e perceber que quando você estiver nessas situações de euforia você terá que se contentar com a imagem de felicidade que aquela pessoa teria quando soubesse das maravilhas que a vida nos dar.
Sinto falta sim, mas sei que essa falta será eterna, mas também é a mais gostosa que posso ter em minha vida, porque sempre tive a certeza do quanto esta pessoa foi importante para mim e que não a perdir, pelo contrário sempre a tenho do meu lado, torcendo por mim junto com os deuses, duendes e anjinhos. Apesar de não ter o abraço sei que sempre está comigo vendo a minha felicidade e meu crescimento na vida, porque sempre a sinto por perto.
Muito bom saber que você pode sentir isso por alguém que você jamais conseguirá esquecer. Sofro sim, mas o que me conforta é saber que ela está na sua busca espiritual acompanhando minha vida muito mais perto do que qualquer pessoa pode imaginar e sentir.
Deixo a todos que já perderam alguém uma só dica, se permita sentir que você entenderá o que estou dizendo e irá perceber também que eles sempre estão por perto torcendo pela nossa felicidade e quem sabe dando uma ajudinha nas nossas conquistas e vitórias. E quando estiverem tristes pense o quanto você foi feliz por ter cruzado com aquela pessoa em sua caminhada e que a tristeza tem sempre uma esperança de um dia não ser mais triste não.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
A perfeição é a loucura interior.
Quando viemos ao mundo, chegamos rodeados de expectativas derramadas sobre nós, não só de nossos pais, mas também de toda a sociedade que é responsável pela realidade presente.
Sabemos que alguém da sociedade disse que temos que sermos crianças comportadas para que possamos crescer educados e com algum propósito na vida, sendo este último sempre o mesmo, prestar um vestibular para entrar em uma universidade, seguir um sonho profissional meu ou criado por um terceiro que considero importante para mim. Seguindo esta profissão procuro um bom emprego que me der como recompensa um bom salário para que eu possa comprar um carro, uma casa e criar meu patrimônio financeiro, e quando chegamos nessa etapa da vida somos cobrados a assumir uma postura mais responsável que é tida com um relacionamento sério, onde devemos ser felizes e seguir adiante para constituirmos a nossa família, tendo nossos companheiros de vida, além é claro dos filhos e que por sinal quando esses chegam aí que vem a cobrança maior, ser sempre perfeito, de não errar jamais e trabalhar sempre para dar a melhor educação e o melhor conforto a ele.
Jamais somos espontâneos, apesar de que as pessoas sempre falam que apreciam pessoas espontâneas e que apreciam a sua liberdade, mas daí me vem um questionamento como podemos ser espontâneos e livres se tem sempre alguém cobrando algo à gente e se fomos criados acostumados com essa cobrança de sempre procurar algo e nunca se sentir feliz por completo com que já tem? Porque a verdade é que as vezes estamos mesmo felizes, mas sempre cansamos do que temos e vemos que nossa felicidade já não é mesma, e sim mecânica como o nosso dia-a-dia, nossa rotina, nossa vida.
Quem disse que esse exemplo de vida perfeita é o correto? Aliás, quem disse que esse tipo de vida é perfeita? A partir de um momento de nossa vida nós somos capazes de respondermos por nós mesmos e se temos esse dever, porque não podemos dizer o que deve ser feito em nossa vida, o que é importante, se desejo ou não casar e ter filhos, se sou hetero, homo ou simplesmente bissexual, se quero realmente aquele emprego tão invejado por todos ou até mesmo aquela profissão, ou se devo simplesmente medir a razão e a emoção deixando que ambas juntas apenas sintam e façam com que cada qual tome a melhor decisão para si.
Sempre perdemos tempo tentando uma perfeição, mas não pra constar pra gente e sim para uma sociedade que vive com amarguras e que no fim nem sabe realmente o que deseja, vivendo sempre em um futuro que tem como exemplo o passado para que não se cometa os mesmos erros e que o presente é a ponte para se ter esse futuro promissor e perfeito.
Percebo que o presente é o melhor momento da vida, porque no passado temos a certeza de que passou e nada pode ser mudado e só levamos dele os aprendizados de uma vida e o futuro nem temos a certeza se ele um dia vai chegar. E é exatamente por isso que devemos sempre viver a loucura interior, quem disse que essa loucura é proibida? Proibido é proibir como diz a música de Marisa Monte.
Somos todos loucos o bastante para fazermos tudo que sempre tivermos vontade, vamos nos permitir, afinal a melhor sensação de liberdade e saber que se está vivo e quem dita às regras e leis da sua vida é simplesmente você, vivendo a sua democracia pessoal.
Só você sabe o que é certo e errado. Não devemos sentir vergonha pelo que pensamos, muito pelo contrário, devemos ser felizes por termos o direito de pensar sem ser recriminado e daí agir sem temer se isto é certo ou errado para os demais.
Vamos fazer da nossa vida o nosso eterno pensamento, fazendo o que nos dar prazer sem medo de criticas e cobranças, abrindo cada vez mais espaço para sentir e viver a loucura interior.
Sabemos que alguém da sociedade disse que temos que sermos crianças comportadas para que possamos crescer educados e com algum propósito na vida, sendo este último sempre o mesmo, prestar um vestibular para entrar em uma universidade, seguir um sonho profissional meu ou criado por um terceiro que considero importante para mim. Seguindo esta profissão procuro um bom emprego que me der como recompensa um bom salário para que eu possa comprar um carro, uma casa e criar meu patrimônio financeiro, e quando chegamos nessa etapa da vida somos cobrados a assumir uma postura mais responsável que é tida com um relacionamento sério, onde devemos ser felizes e seguir adiante para constituirmos a nossa família, tendo nossos companheiros de vida, além é claro dos filhos e que por sinal quando esses chegam aí que vem a cobrança maior, ser sempre perfeito, de não errar jamais e trabalhar sempre para dar a melhor educação e o melhor conforto a ele.
Jamais somos espontâneos, apesar de que as pessoas sempre falam que apreciam pessoas espontâneas e que apreciam a sua liberdade, mas daí me vem um questionamento como podemos ser espontâneos e livres se tem sempre alguém cobrando algo à gente e se fomos criados acostumados com essa cobrança de sempre procurar algo e nunca se sentir feliz por completo com que já tem? Porque a verdade é que as vezes estamos mesmo felizes, mas sempre cansamos do que temos e vemos que nossa felicidade já não é mesma, e sim mecânica como o nosso dia-a-dia, nossa rotina, nossa vida.
Quem disse que esse exemplo de vida perfeita é o correto? Aliás, quem disse que esse tipo de vida é perfeita? A partir de um momento de nossa vida nós somos capazes de respondermos por nós mesmos e se temos esse dever, porque não podemos dizer o que deve ser feito em nossa vida, o que é importante, se desejo ou não casar e ter filhos, se sou hetero, homo ou simplesmente bissexual, se quero realmente aquele emprego tão invejado por todos ou até mesmo aquela profissão, ou se devo simplesmente medir a razão e a emoção deixando que ambas juntas apenas sintam e façam com que cada qual tome a melhor decisão para si.
Sempre perdemos tempo tentando uma perfeição, mas não pra constar pra gente e sim para uma sociedade que vive com amarguras e que no fim nem sabe realmente o que deseja, vivendo sempre em um futuro que tem como exemplo o passado para que não se cometa os mesmos erros e que o presente é a ponte para se ter esse futuro promissor e perfeito.
Percebo que o presente é o melhor momento da vida, porque no passado temos a certeza de que passou e nada pode ser mudado e só levamos dele os aprendizados de uma vida e o futuro nem temos a certeza se ele um dia vai chegar. E é exatamente por isso que devemos sempre viver a loucura interior, quem disse que essa loucura é proibida? Proibido é proibir como diz a música de Marisa Monte.
Somos todos loucos o bastante para fazermos tudo que sempre tivermos vontade, vamos nos permitir, afinal a melhor sensação de liberdade e saber que se está vivo e quem dita às regras e leis da sua vida é simplesmente você, vivendo a sua democracia pessoal.
Só você sabe o que é certo e errado. Não devemos sentir vergonha pelo que pensamos, muito pelo contrário, devemos ser felizes por termos o direito de pensar sem ser recriminado e daí agir sem temer se isto é certo ou errado para os demais.
Vamos fazer da nossa vida o nosso eterno pensamento, fazendo o que nos dar prazer sem medo de criticas e cobranças, abrindo cada vez mais espaço para sentir e viver a loucura interior.
domingo, 28 de junho de 2009
Quantos séculos será preciso para um novo Michael Jackson?
Essa semana mais precisamente no dia 25 (quinta-feira) o mundo perdeu o maior astro da música Pop, o cantor Michael Jackson que iniciou a sua carreira no famoso grupo “The Jackson Five” em 1960, mas foi só em 1972 que Michael lançou seu primeiro álbum solo “Got to be there”, sendo a partir deste um sucesso mundial, vendendo ao todo de sua carreira 750 milhões de discos, um recorde mundial.
Quando recebi a noticia da morte deste fenômeno de talento batizado de Michael Jackson fiquei chocada, sem saber direito se não era mais uma notícia de baixo calão da mídia em relação ao Rei do Pop, mas nem foi e até hoje não consigo acreditar que ele morreu, afinal ele parecia ser imortal como pessoa, é inacreditável saber que não teremos mais esse astro que foi completo por cantar, compor, inovar nos seus clips e sem esquecer-se da sua dança que como disse o Multishow em uma de suas homenagens “um pequeno passo para um homem e um grande passo para a humanidade”, afinal quem nunca teve a curiosidade de saber como ele conseguia cantar tanto e dançar daquela maneira que ninguém nesse mundo consegue fazer de maneira tão perfeita como o próprio.
Foi com toda certeza uma perda muito grande para o cenário musical, afinal não existe artista mais completo do que Michael Jackson e posso dizer duas palavras que definem bem o seu trabalho, sendo elas: talento e inovação, porque ninguém era tão ousado nas suas produções como ele e fazendo tudo com muito bom gosto, além de ser belo de se ver, ainda mais pra época.
Cresci escutando Michael e olha que na minha geração seu sucesso já não era tão forte, devido ao ápice do seu sucesso ter acontecido na década de 80, mas nem por isso deixou de ser um fenômeno na década de 90, onde pude curtir seus sucessos desde pequenina e tendo algumas de suas músicas como trilha sonora de minha infância. Sei que não terá como não ver o clip de “Thriller” e não lembrar que chorava horrores quando menor por achar que ele tinha virado um monstro, de ter um olhar curioso de como ele conseguiu ficar no fogo da estátua da Liberdade no clip “Black or White”, de ser ousado em conquistar Cleópatra no seu clip “Do You remember?” e o melhor de conseguir driblar os soldados do Faraó tendo o poder de virar pó, entre outros.
Agora dando uma pausa para esse momento fã, fiquei abismada com o comportamento da mídia em relação à morte dele, afinal a mídia o colocou em várias situações constrangedoras como na época de seus julgamentos colocando-o muitas vezes como rival, louco, pedófilo e gay e no dia da sua morte até o dia de hoje ela fala dele como um inocente dos fatos, de uma pessoa depressiva por ter uma infância complicada, sendo que na época esses argumentos nem existiam.
Percebi mais uma vez que a mídia assim como consegue formar um astro ela consegue destruir e foi isso que ela conseguiu fazer com Michael na sua época de glória ela o colocava lá em cima, mas na época de seus escândalos fez da sua vida um verdadeiro inferno, esquecendo até que ele era uma pessoa depressiva, carente, que teve uma infância cruel e que por isso vivia ainda com o encanto de uma criança e o engraçado é que quando ele era vivo ninguém se lembrava desses problemas dele para “justificar” os fatos, mas no dia em que ele morre e que se decide fazer as homenagens isso tudo é lembrado de forma misteriosa e até esquecido para abrir espaço para uma bela homenagem à altura de um grande astro que por sinal merecia ter essa homenagem no momento em que foi anunciada a sua volta e não na sua morte em que ele não pode ver. Enfim coisas de uma sociedade que vive em cima da farsa e que acha que qualquer ser humano só tem direito a homenagens quando morre, porque nossa sociedade é assim só dar valor quando perde e o exemplo nítido do momento é Michael Jackson.
Espero que quando toda essa euforia da morte dele passar, a nossa geração não faça com que o Rei do Pop seja esquecido como muitos que já foram depois de sua morte e de suas devidas homenagens de direito. E que Michael consiga sobreviver com suas canções a muitas gerações futuras.
Para finalizar gostaria de questionar: “Quantos séculos será preciso para nascer alguém similar a ele?”, a resposta fica a critério de cada qual, porque para mim não existirá mais ninguém com o seu sucesso.
Quando recebi a noticia da morte deste fenômeno de talento batizado de Michael Jackson fiquei chocada, sem saber direito se não era mais uma notícia de baixo calão da mídia em relação ao Rei do Pop, mas nem foi e até hoje não consigo acreditar que ele morreu, afinal ele parecia ser imortal como pessoa, é inacreditável saber que não teremos mais esse astro que foi completo por cantar, compor, inovar nos seus clips e sem esquecer-se da sua dança que como disse o Multishow em uma de suas homenagens “um pequeno passo para um homem e um grande passo para a humanidade”, afinal quem nunca teve a curiosidade de saber como ele conseguia cantar tanto e dançar daquela maneira que ninguém nesse mundo consegue fazer de maneira tão perfeita como o próprio.
Foi com toda certeza uma perda muito grande para o cenário musical, afinal não existe artista mais completo do que Michael Jackson e posso dizer duas palavras que definem bem o seu trabalho, sendo elas: talento e inovação, porque ninguém era tão ousado nas suas produções como ele e fazendo tudo com muito bom gosto, além de ser belo de se ver, ainda mais pra época.
Cresci escutando Michael e olha que na minha geração seu sucesso já não era tão forte, devido ao ápice do seu sucesso ter acontecido na década de 80, mas nem por isso deixou de ser um fenômeno na década de 90, onde pude curtir seus sucessos desde pequenina e tendo algumas de suas músicas como trilha sonora de minha infância. Sei que não terá como não ver o clip de “Thriller” e não lembrar que chorava horrores quando menor por achar que ele tinha virado um monstro, de ter um olhar curioso de como ele conseguiu ficar no fogo da estátua da Liberdade no clip “Black or White”, de ser ousado em conquistar Cleópatra no seu clip “Do You remember?” e o melhor de conseguir driblar os soldados do Faraó tendo o poder de virar pó, entre outros.
Agora dando uma pausa para esse momento fã, fiquei abismada com o comportamento da mídia em relação à morte dele, afinal a mídia o colocou em várias situações constrangedoras como na época de seus julgamentos colocando-o muitas vezes como rival, louco, pedófilo e gay e no dia da sua morte até o dia de hoje ela fala dele como um inocente dos fatos, de uma pessoa depressiva por ter uma infância complicada, sendo que na época esses argumentos nem existiam.
Percebi mais uma vez que a mídia assim como consegue formar um astro ela consegue destruir e foi isso que ela conseguiu fazer com Michael na sua época de glória ela o colocava lá em cima, mas na época de seus escândalos fez da sua vida um verdadeiro inferno, esquecendo até que ele era uma pessoa depressiva, carente, que teve uma infância cruel e que por isso vivia ainda com o encanto de uma criança e o engraçado é que quando ele era vivo ninguém se lembrava desses problemas dele para “justificar” os fatos, mas no dia em que ele morre e que se decide fazer as homenagens isso tudo é lembrado de forma misteriosa e até esquecido para abrir espaço para uma bela homenagem à altura de um grande astro que por sinal merecia ter essa homenagem no momento em que foi anunciada a sua volta e não na sua morte em que ele não pode ver. Enfim coisas de uma sociedade que vive em cima da farsa e que acha que qualquer ser humano só tem direito a homenagens quando morre, porque nossa sociedade é assim só dar valor quando perde e o exemplo nítido do momento é Michael Jackson.
Espero que quando toda essa euforia da morte dele passar, a nossa geração não faça com que o Rei do Pop seja esquecido como muitos que já foram depois de sua morte e de suas devidas homenagens de direito. E que Michael consiga sobreviver com suas canções a muitas gerações futuras.
Para finalizar gostaria de questionar: “Quantos séculos será preciso para nascer alguém similar a ele?”, a resposta fica a critério de cada qual, porque para mim não existirá mais ninguém com o seu sucesso.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Dia dos Namorados
Não é segredo pra ninguém que o dia dos namorados nos Estados Unidos e no Brasil são comemorados em datas diferentes. E como hoje é 12 de junho, decidir escrever sobre esta data.
Nos Estados Unidos o dia dos namorados é comemorado no dia 14 de fevereiro, sendo este o mesmo dia de São Valentim, data adotada por americanos, ingleses e franceses no século XVIII, conhecida até hoje como Valentine’s Day. E por que lá o dia dos namorados é comemorado no dia 14? Temos várias respostas para esse dia, sendo uma delas que na Idade Média dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento entre os pássaros, onde os namorados dessa época aproveitavam o dia para deixar mensagens de amor para as amadas, motivo este seguido até os dias atuais lá fora.
A outra resposta é que o dia 14 de fevereiro também foi à data da morte de São Valentim, o qual lutava contra as ordens do Imperador Claudio II que havia proibido o casamento durante a guerra, acreditando que os solteiros eram melhores combatentes, mas São Valentim não acatou a ordem do Imperador e continuou realizando casamentos e chegou até mesmo a se casar secretamente, recusando-se a renunciar ao Cristianismo e sendo condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento de sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega do carcereiro e além de milagrosamente devolver-lhe a visão, ele escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como seu namorado.
Já aqui no Brasil o dia dos namorados é comemorado no dia 12 de junho (hoje) e seu início aconteceu no ano de 1949 quando um publicitário chamado João Dória trouxe a idéia do exterior e apresentou aos comerciantes, sendo colocado no mês de junho por se tratar de um mês que apresentava vendas baixas e também para aproveitar a véspera do dia do santo casamenteiro, Santo Antônio.
Depois das definições colocadas anteriormente, eu pergunto: o que significa o dia dos namorados para esses casais tão apaixonados que fazem dessa data o dia mais importante de um relacionamento? Não sei se sou muito indicada para responder isso, afinal muitos podem achar que falo de maneira leviana ou de forma exagerada sendo cética ao amor, muito pelo contrário eu acredito no amor, só não acredito nesse clima irritante que se torna o dia dos namorados, afinal para mim esta última não passa de uma data comercial que foi criada com o intuito apenas de gerar lucros para o mercado como um todo.
Acredito até que devido a essa valorização do ter, as pessoas esquecem um pouco que o dia dos namorados não acontece somente no dia 12 de junho, pelo contrário ele acontece todos os meses em que o casal comemora mais um mês por estar junto e por estar cada vez mais apaixonado e feliz por estar evoluindo emocionalmente com o seu parceiro, não deixando somente que um abomine de si, mas que ambos façam por valer, abominando quando necessário ao seus caprichos para satisfazer o do outro, mas é claro sem agredir a moral, o sentimento e a personalidade do outro, porque não é segredo que essa frase “de não precisa mudar que eu vou me adaptar ao seu jeito” é linda, mas só na teoria, porque na hora da prática não é assim que acontece, não é só um que tem que mudar para se adaptar ao jeito do outro e sim ambos devem mudar para se adaptar a realidade que eles constituíram como casal.
Percebo também que as pessoas fazem desta data o dia mais importante do relacionamento, se o seu parceiro não se lembra da data ou até lembra, mas não compra nada por algum motivo, o outro já começa a acreditar que não é valorizado, que não é mais amado como antes ou chega até mesmo a pensar que o parceiro está com outra pessoa e é partir dessas hipóteses que começa todo o drama de uma relação. Infelizmente as pessoas ainda são muito presas a essa data e de maneira negativa, valorizando neste dia o que deveria ser menos valorizado e esquecendo as coisas simples da vida que fazem parte da vida de um casal para se construir um relacionamento saudável, mas se tudo fosse somente o preso a essa data que deveria reunir os melhores sentimentos do mundo, afinal a união de um casal quando bem sucedida é comemorada e abençoada pelos céus.
De tudo acontece nessa data partindo de troca de presentes, a saída para jantar e até mesmo a ida a motéis, que por sinal é impossível você encontrar algum casal que em um dia dos namorados não vá pra motel comemorar essa data da maneira que todos sabem, aí eu pergunto o que tem de diferente nessa ida a esses locais conhecidos como ninhos do amor, na troca de presentes e em um jantar? Absolutamente nada, fazemos isso em várias épocas e dias de nossas vidas e acredito que até de maneira muito mais romântica e acredito também que tudo que deveria ser comemorado nesta data como o amor e o romantismo são esquecidos pelas pessoas, afinal elas abrem espaços para esses costumes ultrapassados que foram criados por alguém que diz ser o certo, mas que não passa de uma padronização de costumes e crenças.
Não to dizendo que o sexo, a troca de presentes e as saídas para jantar não são importantes, muito pelo contrário, acho que isso também faz parte do todo e condiz com a realidade de um casal, mas o que questiono e defendo aqui é que as pessoas deveriam sentir-se livres para fazer de todos os seus dias o dia dos namorados, aproveitando o que a sua relação te oferece de melhor e quando chegar este dia que valorize menos essa questão do ter, que o tamanho e o valor do presente, da conta do jantar e do quarto do motel, não sejam correspondentes ao tamanho do sentimento que o outro leva. O amor não é medido por isso e nem por nada, cada um sabe o amor que tem pelo outro e o amor é como disse em outro texto sem definições, sem tamanho e sem convenções.
Hoje percebo que as pessoas só valorizam o que é quantitativo, o que importa é o muito e a intensidade e não as coisas como são (o qualitativo) e a realidade de cada um e acho incrível como o sistema capitalista consegue trabalhar cada vez mais isso na cabeça dos seres humanos, tudo bem que eu também faço parte desse sistema e reconheço a importância do mesmo, mas daí fazer dele o acontecimento mais importante não faz parte da realidade. Reconheço como publicitária o como é importante uma venda bem sucedida, mas também considero importante a consciência e a valorização pelos momentos e sentimentos simples da vida.
Finalizo meu texto desejando a todos um feliz dia dos namorados e que a partir de hoje, de amanhã ou do dia em que você ler esse texto pare pra pensar se a sua maneira de comemorar o dia dos namorados é como você gostaria que fosse ou como o sistema manda? E vamos combinar que a partir de hoje, iremos comemorar o dia dos namorados, não como uma data comercial, mas como o dia de demonstrarmos de forma simples e carinhosa os sentimentos bons que temos em nossas vidas, lembrando-nos dos momentos alegres, triste, fáceis e difíceis que fizeram com que o relacionamento só tomasse mais força pra ter a importância e o amadurecimento que se tem a cada dia.
Para os solteiros digo nada de pressa e agonia para encontrar a sua cara metade, se ela não chegou é porque ainda não é o momento de você encontrá-la então enquanto isso vá vivendo a sua vida, sem buscar e despejar a sua felicidade no outro, afinal como diria o ditado “antes só do que mal acompanhado” e é muito melhor você está feliz sozinho, do que triste e acompanhado por uma pessoa que só te passa insegurança, medo e te deixa mais distante da sua verdade.
Nos Estados Unidos o dia dos namorados é comemorado no dia 14 de fevereiro, sendo este o mesmo dia de São Valentim, data adotada por americanos, ingleses e franceses no século XVIII, conhecida até hoje como Valentine’s Day. E por que lá o dia dos namorados é comemorado no dia 14? Temos várias respostas para esse dia, sendo uma delas que na Idade Média dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento entre os pássaros, onde os namorados dessa época aproveitavam o dia para deixar mensagens de amor para as amadas, motivo este seguido até os dias atuais lá fora.
A outra resposta é que o dia 14 de fevereiro também foi à data da morte de São Valentim, o qual lutava contra as ordens do Imperador Claudio II que havia proibido o casamento durante a guerra, acreditando que os solteiros eram melhores combatentes, mas São Valentim não acatou a ordem do Imperador e continuou realizando casamentos e chegou até mesmo a se casar secretamente, recusando-se a renunciar ao Cristianismo e sendo condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento de sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega do carcereiro e além de milagrosamente devolver-lhe a visão, ele escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como seu namorado.
Já aqui no Brasil o dia dos namorados é comemorado no dia 12 de junho (hoje) e seu início aconteceu no ano de 1949 quando um publicitário chamado João Dória trouxe a idéia do exterior e apresentou aos comerciantes, sendo colocado no mês de junho por se tratar de um mês que apresentava vendas baixas e também para aproveitar a véspera do dia do santo casamenteiro, Santo Antônio.
Depois das definições colocadas anteriormente, eu pergunto: o que significa o dia dos namorados para esses casais tão apaixonados que fazem dessa data o dia mais importante de um relacionamento? Não sei se sou muito indicada para responder isso, afinal muitos podem achar que falo de maneira leviana ou de forma exagerada sendo cética ao amor, muito pelo contrário eu acredito no amor, só não acredito nesse clima irritante que se torna o dia dos namorados, afinal para mim esta última não passa de uma data comercial que foi criada com o intuito apenas de gerar lucros para o mercado como um todo.
Acredito até que devido a essa valorização do ter, as pessoas esquecem um pouco que o dia dos namorados não acontece somente no dia 12 de junho, pelo contrário ele acontece todos os meses em que o casal comemora mais um mês por estar junto e por estar cada vez mais apaixonado e feliz por estar evoluindo emocionalmente com o seu parceiro, não deixando somente que um abomine de si, mas que ambos façam por valer, abominando quando necessário ao seus caprichos para satisfazer o do outro, mas é claro sem agredir a moral, o sentimento e a personalidade do outro, porque não é segredo que essa frase “de não precisa mudar que eu vou me adaptar ao seu jeito” é linda, mas só na teoria, porque na hora da prática não é assim que acontece, não é só um que tem que mudar para se adaptar ao jeito do outro e sim ambos devem mudar para se adaptar a realidade que eles constituíram como casal.
Percebo também que as pessoas fazem desta data o dia mais importante do relacionamento, se o seu parceiro não se lembra da data ou até lembra, mas não compra nada por algum motivo, o outro já começa a acreditar que não é valorizado, que não é mais amado como antes ou chega até mesmo a pensar que o parceiro está com outra pessoa e é partir dessas hipóteses que começa todo o drama de uma relação. Infelizmente as pessoas ainda são muito presas a essa data e de maneira negativa, valorizando neste dia o que deveria ser menos valorizado e esquecendo as coisas simples da vida que fazem parte da vida de um casal para se construir um relacionamento saudável, mas se tudo fosse somente o preso a essa data que deveria reunir os melhores sentimentos do mundo, afinal a união de um casal quando bem sucedida é comemorada e abençoada pelos céus.
De tudo acontece nessa data partindo de troca de presentes, a saída para jantar e até mesmo a ida a motéis, que por sinal é impossível você encontrar algum casal que em um dia dos namorados não vá pra motel comemorar essa data da maneira que todos sabem, aí eu pergunto o que tem de diferente nessa ida a esses locais conhecidos como ninhos do amor, na troca de presentes e em um jantar? Absolutamente nada, fazemos isso em várias épocas e dias de nossas vidas e acredito que até de maneira muito mais romântica e acredito também que tudo que deveria ser comemorado nesta data como o amor e o romantismo são esquecidos pelas pessoas, afinal elas abrem espaços para esses costumes ultrapassados que foram criados por alguém que diz ser o certo, mas que não passa de uma padronização de costumes e crenças.
Não to dizendo que o sexo, a troca de presentes e as saídas para jantar não são importantes, muito pelo contrário, acho que isso também faz parte do todo e condiz com a realidade de um casal, mas o que questiono e defendo aqui é que as pessoas deveriam sentir-se livres para fazer de todos os seus dias o dia dos namorados, aproveitando o que a sua relação te oferece de melhor e quando chegar este dia que valorize menos essa questão do ter, que o tamanho e o valor do presente, da conta do jantar e do quarto do motel, não sejam correspondentes ao tamanho do sentimento que o outro leva. O amor não é medido por isso e nem por nada, cada um sabe o amor que tem pelo outro e o amor é como disse em outro texto sem definições, sem tamanho e sem convenções.
Hoje percebo que as pessoas só valorizam o que é quantitativo, o que importa é o muito e a intensidade e não as coisas como são (o qualitativo) e a realidade de cada um e acho incrível como o sistema capitalista consegue trabalhar cada vez mais isso na cabeça dos seres humanos, tudo bem que eu também faço parte desse sistema e reconheço a importância do mesmo, mas daí fazer dele o acontecimento mais importante não faz parte da realidade. Reconheço como publicitária o como é importante uma venda bem sucedida, mas também considero importante a consciência e a valorização pelos momentos e sentimentos simples da vida.
Finalizo meu texto desejando a todos um feliz dia dos namorados e que a partir de hoje, de amanhã ou do dia em que você ler esse texto pare pra pensar se a sua maneira de comemorar o dia dos namorados é como você gostaria que fosse ou como o sistema manda? E vamos combinar que a partir de hoje, iremos comemorar o dia dos namorados, não como uma data comercial, mas como o dia de demonstrarmos de forma simples e carinhosa os sentimentos bons que temos em nossas vidas, lembrando-nos dos momentos alegres, triste, fáceis e difíceis que fizeram com que o relacionamento só tomasse mais força pra ter a importância e o amadurecimento que se tem a cada dia.
Para os solteiros digo nada de pressa e agonia para encontrar a sua cara metade, se ela não chegou é porque ainda não é o momento de você encontrá-la então enquanto isso vá vivendo a sua vida, sem buscar e despejar a sua felicidade no outro, afinal como diria o ditado “antes só do que mal acompanhado” e é muito melhor você está feliz sozinho, do que triste e acompanhado por uma pessoa que só te passa insegurança, medo e te deixa mais distante da sua verdade.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
O Mago Paulo Coelho
No meu aniversário deste ano ganhei um livro de minhas primas que eu queria muito dês do primeiro momento em que fiquei sabendo da sua existência. O livro ao qual me refiro é ‘O Mago’ que tem como autor o Fernando Moraes que é a mesma pessoa que escreveu a biografia ‘Olga’ que virou até filme e foi um sucesso na época.
A obra ‘O Mago’ é a biografia autorizada da vida do escritor Best Seller Paulo Coelho. Nela podemos viver e conhecer um pouco a vida do escritor brasileiro que mais vende livro no mundo, além de conhecermos melhor a sua família, onde nasceu, o que fez quando adolescente e criança, os amores, os ardores, os tratamentos de choque, a vida difícil de quem vivia com a arte na época da ditadura, a sua grande parceria com o baiano Raul Seixas, os abortos que suas namoradas fizeram, as suas experiências com parceiros do mesmo sexo, seu envolvimento com as drogas e o satanismo, sendo todas essas experiências caminhos para que ele conhecesse cada vez mais o seu EU, enfrentando os seus medos e o aproximando cada vez mais da sua lenda pessoal e do seu grande sonho de ser um escritor famoso e lido em vários cantos desse planeta, fazendo-o ir sempre em busca da sua verdade pessoal.
Paulo Coelho é um autor polêmico, pois apesar de seus livros serem considerados Best Sellers devido ao recorde de vendas, ele é muito criticado pela mídia brasileira que o considerava um sucesso momentâneo devido a sua primeira obra que foi um estouro, sendo este sucesso acompanhado pelas demais obras até os dias atuais.
O nosso Mago era criticado pela nossa imprensa que não aceitava o seu sucesso explosivo e por não ser preso as convenções da nossa língua portuguesa, afinal como o próprio Paulo diz para ele é muito gratificante escrever um livro falando do amor que é um sentimento presente em nossas vidas diariamente de diversas formas e sendo sempre muito bom de tratar, além é claro de ser um livro de fácil compreensão revolucionando o mercado existente com sua maneira própria e particular de escrever, sem seguir regras, apoiando a cultura e disponibilizando a sua obra e o entendimento da mesma a todos, incentivando assim a leitura de nosso país com obras que são sempre muito bem escritas, da forma de como nos expressamos no dia a dia e com preços acessíveis para todo tipo de renda.
Como diria Tom Jobim “No Brasil o sucesso alheio é recebido como uma ofensa pessoal, uma bofetada”, afinal por que Paulo que é produto de nossa gente, de nossa terra e de nossa cultura não é valorizado aqui e sim lá fora? Porque nós brasileiros temos o costume de valorizar o que vem de fora esquecendo de que temos pessoas de talento aqui que fazem o bem para a nossa gente? Mesmo com todas essas questões e paradoxos Paulo continuou trilhando escrevendo seus livros e fazendo bem para todos os seus leitores, porque realmente deve ser muito gratificante você ver que você é querido por ajudar que cada um de nós evolua e que vá a encontro do nosso Guerreiro da Luz que é capaz de ouvir o silêncio do coração, aceitar as derrotas sem se deixar abater por elas, alimentando a esperança no meio do desânimo e do cansaço, sem desistir jamais da sua lenda pessoal e do seu sonho.
Mesmo sendo criticado em nosso país o autor Best Seller já vendeu 100 milhões de cópias em 452 traduções publicadas em 66 idiomas e 160 países, excluindo as edições piratas. Paulo não deixou de ser sucesso em outros países e adorados nos mesmos e como exemplo podemos dizer a França, onde o Governo Francês deu uma medalha de “Cavaleiro da Ordem das Letras e das Artes” a Paulo Coelho, através do Ministro Francês da Cultura Philippe Dourtebeazy que no momento da entrega da medalha declarou ao autor “Você é o Alquimista de milhões de leitores, que dizem que você escreve livros que fazem o bem. Seus livros fazem o bem, porque estimula o nosso poder de sonhar, nosso desejo de procurar e de acreditarmos em nós mesmos nessa busca”.
Como Paulo mesmo disse no seu livro ‘A Bruxa de Portobello’ - “A diferença entre o mestre e o discípulo é apenas uma: o primeiro tem um pouco menos de medo que o segundo. Então, quando se sentam ao redor de uma mesa ou de uma fogueira para conversar, o mais experiente sugere: ‘por que não faz isso?’ e nunca diz: ‘ ande por aqui, e irá chegar onde eu cheguei’, já que cada caminho é único, e cada destino é pessoal.” E é exatamente esta a função do Paulo Coelho em minha vida, ele é pra mim como um mestre que com suas obras me faz refletir sobre as coisas mais simples do mundo, permitindo-me sempre a sentir e ir em busca da minha lenda pessoal, ajudando a construir o meu destino. Acredito que ele foi colocado em nossas vidas para acrescentar e nos ensinar a sermos pessoas do bem e feliz com nós mesmos, com o nosso eu e sempre indo a procura do nosso Guerreiro da Luz acompanhado da concretização de nossos sonhos.
Quem não conhece a história de vida desse homem e as suas obras, antes de criticar e seguir o que a imprensa fala, vá pesquisar sobre a sua trajetória e sobre suas obras, libertando-se desse preconceito criado em relação às obras deste grande autor que merece o nosso respeito como muitos outros merecem. Depois de conhecer as obras dele, garanto que você terá uma visão diferente da imprensa e entenderá porque ele é tão querido em outros países, sendo respeitado e admirado, tendo assim a sua verdade pessoal.
Sites do autor:
www.paulocoelho.com
www.paulocoelhoblog.com
www.myspace.com/paulocoelho
A obra ‘O Mago’ é a biografia autorizada da vida do escritor Best Seller Paulo Coelho. Nela podemos viver e conhecer um pouco a vida do escritor brasileiro que mais vende livro no mundo, além de conhecermos melhor a sua família, onde nasceu, o que fez quando adolescente e criança, os amores, os ardores, os tratamentos de choque, a vida difícil de quem vivia com a arte na época da ditadura, a sua grande parceria com o baiano Raul Seixas, os abortos que suas namoradas fizeram, as suas experiências com parceiros do mesmo sexo, seu envolvimento com as drogas e o satanismo, sendo todas essas experiências caminhos para que ele conhecesse cada vez mais o seu EU, enfrentando os seus medos e o aproximando cada vez mais da sua lenda pessoal e do seu grande sonho de ser um escritor famoso e lido em vários cantos desse planeta, fazendo-o ir sempre em busca da sua verdade pessoal.
Paulo Coelho é um autor polêmico, pois apesar de seus livros serem considerados Best Sellers devido ao recorde de vendas, ele é muito criticado pela mídia brasileira que o considerava um sucesso momentâneo devido a sua primeira obra que foi um estouro, sendo este sucesso acompanhado pelas demais obras até os dias atuais.
O nosso Mago era criticado pela nossa imprensa que não aceitava o seu sucesso explosivo e por não ser preso as convenções da nossa língua portuguesa, afinal como o próprio Paulo diz para ele é muito gratificante escrever um livro falando do amor que é um sentimento presente em nossas vidas diariamente de diversas formas e sendo sempre muito bom de tratar, além é claro de ser um livro de fácil compreensão revolucionando o mercado existente com sua maneira própria e particular de escrever, sem seguir regras, apoiando a cultura e disponibilizando a sua obra e o entendimento da mesma a todos, incentivando assim a leitura de nosso país com obras que são sempre muito bem escritas, da forma de como nos expressamos no dia a dia e com preços acessíveis para todo tipo de renda.
Como diria Tom Jobim “No Brasil o sucesso alheio é recebido como uma ofensa pessoal, uma bofetada”, afinal por que Paulo que é produto de nossa gente, de nossa terra e de nossa cultura não é valorizado aqui e sim lá fora? Porque nós brasileiros temos o costume de valorizar o que vem de fora esquecendo de que temos pessoas de talento aqui que fazem o bem para a nossa gente? Mesmo com todas essas questões e paradoxos Paulo continuou trilhando escrevendo seus livros e fazendo bem para todos os seus leitores, porque realmente deve ser muito gratificante você ver que você é querido por ajudar que cada um de nós evolua e que vá a encontro do nosso Guerreiro da Luz que é capaz de ouvir o silêncio do coração, aceitar as derrotas sem se deixar abater por elas, alimentando a esperança no meio do desânimo e do cansaço, sem desistir jamais da sua lenda pessoal e do seu sonho.
Mesmo sendo criticado em nosso país o autor Best Seller já vendeu 100 milhões de cópias em 452 traduções publicadas em 66 idiomas e 160 países, excluindo as edições piratas. Paulo não deixou de ser sucesso em outros países e adorados nos mesmos e como exemplo podemos dizer a França, onde o Governo Francês deu uma medalha de “Cavaleiro da Ordem das Letras e das Artes” a Paulo Coelho, através do Ministro Francês da Cultura Philippe Dourtebeazy que no momento da entrega da medalha declarou ao autor “Você é o Alquimista de milhões de leitores, que dizem que você escreve livros que fazem o bem. Seus livros fazem o bem, porque estimula o nosso poder de sonhar, nosso desejo de procurar e de acreditarmos em nós mesmos nessa busca”.
Como Paulo mesmo disse no seu livro ‘A Bruxa de Portobello’ - “A diferença entre o mestre e o discípulo é apenas uma: o primeiro tem um pouco menos de medo que o segundo. Então, quando se sentam ao redor de uma mesa ou de uma fogueira para conversar, o mais experiente sugere: ‘por que não faz isso?’ e nunca diz: ‘ ande por aqui, e irá chegar onde eu cheguei’, já que cada caminho é único, e cada destino é pessoal.” E é exatamente esta a função do Paulo Coelho em minha vida, ele é pra mim como um mestre que com suas obras me faz refletir sobre as coisas mais simples do mundo, permitindo-me sempre a sentir e ir em busca da minha lenda pessoal, ajudando a construir o meu destino. Acredito que ele foi colocado em nossas vidas para acrescentar e nos ensinar a sermos pessoas do bem e feliz com nós mesmos, com o nosso eu e sempre indo a procura do nosso Guerreiro da Luz acompanhado da concretização de nossos sonhos.
Quem não conhece a história de vida desse homem e as suas obras, antes de criticar e seguir o que a imprensa fala, vá pesquisar sobre a sua trajetória e sobre suas obras, libertando-se desse preconceito criado em relação às obras deste grande autor que merece o nosso respeito como muitos outros merecem. Depois de conhecer as obras dele, garanto que você terá uma visão diferente da imprensa e entenderá porque ele é tão querido em outros países, sendo respeitado e admirado, tendo assim a sua verdade pessoal.
Sites do autor:
www.paulocoelho.com
www.paulocoelhoblog.com
www.myspace.com/paulocoelho
sábado, 25 de abril de 2009
Bienal do Livro 2009
Como falei no meu último post, ontem e hoje Salvador recebeu a presença do grande autor Ruy Castro, o mesmo que contou a história da Bossa Nova e da personalidade batizada de Carmen Miranda.
Hoje eu pude ir à Bienal, onde ele falou sobre a Bahia na música de Carmen Miranda acompanhado de Paulo Sergio Valle que deu um show de conhecimento na obra do autor e relatando seus momentos na Bossa Nova e afirmando que Carmen foi uma das primeiras a cantar a Bossa, mas que ainda não era Nova.
Para quem não conhece Paulo Sergio Valle é o autor junto com Hebert Viana da música “Se eu não te amasse tanto assim” interpretada por Ivete Sangalo de forma belíssima e surpreendente como o mesmo declarou hoje na Bienal, onde ele afirmou também desconhecer de alguém que possa interpretar de forma tão bela a música que foi até cantada por Ivete e Roberto Carlos em um especial de fim de ano, mostrando ao Brasil que a cantora não se restringe a um só ritmo e que ela tem talento e competência pra cantar músicas dessa categoria.
Na Arena Jovem Ruy conversou com seus leitores e admiradores sobre Carmen Miranda dizendo que quando ele escreveu a biografia ele viveu a vida da Pequena Notável de forma intensa e hoje eu digo aqui que não só ele conseguiu viver através de suas pesquisas, como eu nos meses em que li a vida de Carmen eu não era Lorena e sim a própria Carmen, porque ele conseguiu passar e abriu espaço pra que seus leitores saíssem de suas vidas e pudessem viajar e sendo até um pouco de Carmen Miranda.
Ruy se mostrou um querido na Bienal não só por escrever a Biografia de Carmen, mas por ser acima de tudo um homem inteligente e super simpático com os seus leitores.
Hoje afirmo que minha paixão pelo Ruy Castro começou através de Carmen, pois não existia absolutamente nada que retratasse tão bem a vida dessa grande artista que levou o nome do Brasil a fora e que despertou a minha curiosidade quando eu era apenas uma criança de 10 anos, me fazendo esperar oito anos para poder ler e viver um pouco de sua vida através do livro Carmen Miranda – Uma Biografia, escrito de forma bela e detalhada por esse grande autor que hoje mostrou que merece muito mais a minha credibilidade e admiração por ser uma pessoa tão simpática, competente e inteligente, e aposto que ele é esse humano porque o que ele faz é com verdade, intensidade e paixão e essa é a receita de ser tão querido por seus leitores.
Para os seguidores do Ruy e de Carmen ele irá lançar no ano que vêm um livro só com fotografias da Pequena Notável Carmen Miranda. O mesmo disse que o projeto era para esse ano, afinal estamos no centenário de Carmen, mas que não deu, porque ele quer fazer um livro com fotografias belíssimas e sendo o livro de fotos mais bonito por nós. O livro não vem no centenário dela, mas nós sabemos que quem é admirador de Carmen não é só no seu centenário e sim por todo o sempre e como o próprio Ruy disse “Carmen ainda vai se manter viva por mais cem anos”.
E tudo estava lindo mesmo como contei anteriormente até acontecer um incidente, onde uma das suas admiradoras perdeu o controle monopolizando o microfone fazendo uma sequência de perguntas que parecia não ter fim, deixando outros dos fãs do Ruy irritados por não terem a oportunidade de perguntar algo, mas se o problema fosse todo esse, mas não teve mais, pois a mediadora da Arena Jovem foi obrigada a tomar o microfone dessa senhora que monopolizou o microfone, sendo depois atacada por uma outra mulher chamando-a de mal educada por ter tomado o microfone da outra.
Gente não vou negar que na hora desse incidente dei até umas risadas, porque a situação foi engraçada mas ao mesmo tempo constrangedora, porque o Ruy e o Paulo estavam lá presentes para responder as perguntas dos seus seguidores e não para presenciar esse momento de egoísmo de uma leitora que se descontrolou ao ver Ruy e se achou no direito de ter o momento só pra ela bombardeando o mesmo com perguntas e a outra por ter criticado a mulher que estava apenas cumprindo o que foi mandado, afinal se a descontrolada não consegue ter controle e respeitar os demais alguém realmente tem que dar o freio, mas o que eu quero dizer é que essas coisas só se ver na Bahia e que se o microfone tivesse na minha mão eu falaria lá: “Gente vamos parar com essa briga desnecessária a outra realmente foi mal educada por ter tomado o microfone pra ela, mas vamos respeitar os autores que não são obrigados a presenciar tamanha baixaria, porque isso é uma coisa horrível”. Olhe aquela mulher errou ela errou sim e ela não alegra não, que nada.
Além desse episódio me apareceu uma criança que deveria ter no máximo três anos se arrastando pelo chão e jogando perna parecendo até que era capoeirista tirando a atenção do público e do autor com sua falta de educação que não era controlada por sua avó que era perceptivo a falta do controle da criança, até o momento em que a menininha pegou o microfone do Paulo para falar “Alô” sendo motivo de riso, sendo que não deveria ser porque a atitude da criança foi de uma criança criada sem limites e com total liberdade para ser uma mal educada. É por isso que digo que se essas mães não tem controles não levem as crianças para esses locais, porque não é cabível para a idade dela, sabemos que criança é espontânea, mas daí deixar ela fazer o que quiser já é demais.
Enfim como disse a Tv Bahia em uma campanha publicitária muito inteligente só se ver na Bahia. Espero que na Bienal de 2011 fatores desse tipo não aconteçam, mas acho difícil não ter algo cômico, porque estamos na Bahia.
Hoje eu pude ir à Bienal, onde ele falou sobre a Bahia na música de Carmen Miranda acompanhado de Paulo Sergio Valle que deu um show de conhecimento na obra do autor e relatando seus momentos na Bossa Nova e afirmando que Carmen foi uma das primeiras a cantar a Bossa, mas que ainda não era Nova.
Para quem não conhece Paulo Sergio Valle é o autor junto com Hebert Viana da música “Se eu não te amasse tanto assim” interpretada por Ivete Sangalo de forma belíssima e surpreendente como o mesmo declarou hoje na Bienal, onde ele afirmou também desconhecer de alguém que possa interpretar de forma tão bela a música que foi até cantada por Ivete e Roberto Carlos em um especial de fim de ano, mostrando ao Brasil que a cantora não se restringe a um só ritmo e que ela tem talento e competência pra cantar músicas dessa categoria.
Na Arena Jovem Ruy conversou com seus leitores e admiradores sobre Carmen Miranda dizendo que quando ele escreveu a biografia ele viveu a vida da Pequena Notável de forma intensa e hoje eu digo aqui que não só ele conseguiu viver através de suas pesquisas, como eu nos meses em que li a vida de Carmen eu não era Lorena e sim a própria Carmen, porque ele conseguiu passar e abriu espaço pra que seus leitores saíssem de suas vidas e pudessem viajar e sendo até um pouco de Carmen Miranda.
Ruy se mostrou um querido na Bienal não só por escrever a Biografia de Carmen, mas por ser acima de tudo um homem inteligente e super simpático com os seus leitores.
Hoje afirmo que minha paixão pelo Ruy Castro começou através de Carmen, pois não existia absolutamente nada que retratasse tão bem a vida dessa grande artista que levou o nome do Brasil a fora e que despertou a minha curiosidade quando eu era apenas uma criança de 10 anos, me fazendo esperar oito anos para poder ler e viver um pouco de sua vida através do livro Carmen Miranda – Uma Biografia, escrito de forma bela e detalhada por esse grande autor que hoje mostrou que merece muito mais a minha credibilidade e admiração por ser uma pessoa tão simpática, competente e inteligente, e aposto que ele é esse humano porque o que ele faz é com verdade, intensidade e paixão e essa é a receita de ser tão querido por seus leitores.
Para os seguidores do Ruy e de Carmen ele irá lançar no ano que vêm um livro só com fotografias da Pequena Notável Carmen Miranda. O mesmo disse que o projeto era para esse ano, afinal estamos no centenário de Carmen, mas que não deu, porque ele quer fazer um livro com fotografias belíssimas e sendo o livro de fotos mais bonito por nós. O livro não vem no centenário dela, mas nós sabemos que quem é admirador de Carmen não é só no seu centenário e sim por todo o sempre e como o próprio Ruy disse “Carmen ainda vai se manter viva por mais cem anos”.
E tudo estava lindo mesmo como contei anteriormente até acontecer um incidente, onde uma das suas admiradoras perdeu o controle monopolizando o microfone fazendo uma sequência de perguntas que parecia não ter fim, deixando outros dos fãs do Ruy irritados por não terem a oportunidade de perguntar algo, mas se o problema fosse todo esse, mas não teve mais, pois a mediadora da Arena Jovem foi obrigada a tomar o microfone dessa senhora que monopolizou o microfone, sendo depois atacada por uma outra mulher chamando-a de mal educada por ter tomado o microfone da outra.
Gente não vou negar que na hora desse incidente dei até umas risadas, porque a situação foi engraçada mas ao mesmo tempo constrangedora, porque o Ruy e o Paulo estavam lá presentes para responder as perguntas dos seus seguidores e não para presenciar esse momento de egoísmo de uma leitora que se descontrolou ao ver Ruy e se achou no direito de ter o momento só pra ela bombardeando o mesmo com perguntas e a outra por ter criticado a mulher que estava apenas cumprindo o que foi mandado, afinal se a descontrolada não consegue ter controle e respeitar os demais alguém realmente tem que dar o freio, mas o que eu quero dizer é que essas coisas só se ver na Bahia e que se o microfone tivesse na minha mão eu falaria lá: “Gente vamos parar com essa briga desnecessária a outra realmente foi mal educada por ter tomado o microfone pra ela, mas vamos respeitar os autores que não são obrigados a presenciar tamanha baixaria, porque isso é uma coisa horrível”. Olhe aquela mulher errou ela errou sim e ela não alegra não, que nada.
Além desse episódio me apareceu uma criança que deveria ter no máximo três anos se arrastando pelo chão e jogando perna parecendo até que era capoeirista tirando a atenção do público e do autor com sua falta de educação que não era controlada por sua avó que era perceptivo a falta do controle da criança, até o momento em que a menininha pegou o microfone do Paulo para falar “Alô” sendo motivo de riso, sendo que não deveria ser porque a atitude da criança foi de uma criança criada sem limites e com total liberdade para ser uma mal educada. É por isso que digo que se essas mães não tem controles não levem as crianças para esses locais, porque não é cabível para a idade dela, sabemos que criança é espontânea, mas daí deixar ela fazer o que quiser já é demais.
Enfim como disse a Tv Bahia em uma campanha publicitária muito inteligente só se ver na Bahia. Espero que na Bienal de 2011 fatores desse tipo não aconteçam, mas acho difícil não ter algo cômico, porque estamos na Bahia.
domingo, 19 de abril de 2009
Carmen Miranda - A Pequena Notável
Semana passada o canal GNT exibiu o documentário “Carmen Miranda: Banana is my business.”, o mesmo tratava da história de vida da artista brasileira que conseguiu maior destaque na Broadway chegando até em Hollywood.
Carmen Miranda é até hoje lembrada por ser a cantora brasileira que conseguiu maior notoriedade no exterior, cantando músicas de seu país e representando este último com suas roupas que sempre traziam símbolos da nossa cultura brasileira.
A pequena notável assim conhecida até os dias de hoje, tem suas músicas lembradas até os dias atuais, por ser uma artista que reunia a alegria do povo brasileiro na sua fala, nas suas canções, nas suas roupas e no seu modo de levar a vida até mesmo em sua mansão em Beverly Hills.
Maria do Carmo Miranda da Cunha, mais conhecida como Carmen Miranda nasceu em 09 de fevereiro de 1909 em Várzea de Ovelha, chegando ao Rio de Janeiro no dia 17 de dezembro de 1909 com apenas 10 meses de vida e sendo este último, o motivo que a permitia se declarar brasileira, afinal foi criada em nosso país adquirindo a nossa cultura e nossos costumes, amando a nossa nação muito mais do que muitos brasileiros nascidos e criados na Terra e o melhor tendo muito orgulho por ser brasileira de coração e por levantar a nossa bandeira lá fora.
A Senhora Miranda faleceu aos 46 anos de infarto no dia 05 de agosto de 1955, deixando apenas lembranças e paixões nos corações e mentes de todos que a admiram e apreciam o seu trabalho com muito amor, sendo este passado de geração a geração.
Os interessados em saber mais da vida dessa grande artista devem adquirir o livro “Carmen Miranda – Uma Biografia” do autor Ruy Castro que detalha de forma bela e prática, permitindo com que você faça uma prazerosa viagem na vida dessa grande representante do nosso país lá fora.
Para os que já leram o livro e curte o trabalho de Ruy Castro ele estará aqui em Salvador na Bienal no Livro, nos dias: 24/04 às 20:00 horas em um café literário que terá como tema “O surto das biografias musicais nos últimos anos”, sendo o tema será abordado por ele e por Nelson Motta e no dia 25/04 às 19:00 horas na Arena Jovem com o tema “A Bahia, na música de CARMEN MIRANDA”, onde o tema será abordado pelo mesmo acompanhado por Paulo Sergio Valle.
E se você não viu este documentário do GNT é só conferir o link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=_Dxyf7ELQE4&feature=related
Link da Comunidade do Livro: CARMEN MIRANDA – UMA BIOGRAFIA
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=16661320
Carmen Miranda é até hoje lembrada por ser a cantora brasileira que conseguiu maior notoriedade no exterior, cantando músicas de seu país e representando este último com suas roupas que sempre traziam símbolos da nossa cultura brasileira.
A pequena notável assim conhecida até os dias de hoje, tem suas músicas lembradas até os dias atuais, por ser uma artista que reunia a alegria do povo brasileiro na sua fala, nas suas canções, nas suas roupas e no seu modo de levar a vida até mesmo em sua mansão em Beverly Hills.
Maria do Carmo Miranda da Cunha, mais conhecida como Carmen Miranda nasceu em 09 de fevereiro de 1909 em Várzea de Ovelha, chegando ao Rio de Janeiro no dia 17 de dezembro de 1909 com apenas 10 meses de vida e sendo este último, o motivo que a permitia se declarar brasileira, afinal foi criada em nosso país adquirindo a nossa cultura e nossos costumes, amando a nossa nação muito mais do que muitos brasileiros nascidos e criados na Terra e o melhor tendo muito orgulho por ser brasileira de coração e por levantar a nossa bandeira lá fora.
A Senhora Miranda faleceu aos 46 anos de infarto no dia 05 de agosto de 1955, deixando apenas lembranças e paixões nos corações e mentes de todos que a admiram e apreciam o seu trabalho com muito amor, sendo este passado de geração a geração.
Os interessados em saber mais da vida dessa grande artista devem adquirir o livro “Carmen Miranda – Uma Biografia” do autor Ruy Castro que detalha de forma bela e prática, permitindo com que você faça uma prazerosa viagem na vida dessa grande representante do nosso país lá fora.
Para os que já leram o livro e curte o trabalho de Ruy Castro ele estará aqui em Salvador na Bienal no Livro, nos dias: 24/04 às 20:00 horas em um café literário que terá como tema “O surto das biografias musicais nos últimos anos”, sendo o tema será abordado por ele e por Nelson Motta e no dia 25/04 às 19:00 horas na Arena Jovem com o tema “A Bahia, na música de CARMEN MIRANDA”, onde o tema será abordado pelo mesmo acompanhado por Paulo Sergio Valle.
E se você não viu este documentário do GNT é só conferir o link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=_Dxyf7ELQE4&feature=related
Link da Comunidade do Livro: CARMEN MIRANDA – UMA BIOGRAFIA
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=16661320
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