sábado, 28 de março de 2009

Tempo

Essa semana estava em um site de Astrologia e fui ver o que ele falava sobre o tempo, pois é descobrir que o mestre do tempo é o Planeta Saturno que é o mesmo Planeta co regente de Aquário.

Dizem que pessoas com fortes aspectos de Saturno geralmente tem que trabalhar com a questão tempo, pois ele (Saturno) vive colocando provas de paciência, por meio de limitações e obstáculos e deve ser justamente por esse motivo que odeio ter q esperar por esta força natural, acho tão desnecessário esperar que o tempo resolva alguns assuntos enquanto eu mesma poderia fazer acontecer e resolver minha vida, só que o interessante é que tem assuntos e situações que só se resolvendo quando realmente damos tempo ao tempo.

O tempo é o mestre, só ele consegue resolver alguns assuntos, quer dizer essa é a teoria de muitos. Na verdade eu acho que ele não resolve e sim ele contribui pra que a gente esqueça ou pense melhor pra achar uma solução, porque ele não resolve sozinho, pelo contrário ele resolve com a sua contribuição com a evolução que temos a cada dia, tudo bem que nem todos evoluem, pois preferem ficar parado no tempo ou porque até mesmo a gente se acostume com a situação e é esta a pior experiência que podemos ter, por saber que nada temos a fazer a não ser esperar e acabamos tendo essa sensação de que só ele consegue resolver alguns assuntos.

Odeio depender do tempo e o pior que tem assuntos que dependo dele de verdade e nada posso fazer como amenizar a saudade de alguém que já se foi, tudo bem que não podemos chorar sem parar pela sua ausência, mas que este vazio vai se estender por toda a vida isso vai sim e aí só ameniza se pensarmos que o tempo nos ajudará a amenizar a dor que sentimos por ver alguém tão especial partindo e é daí que vem a saudade este sentimento que só podemos sentir quando sabemos que aquela pessoa importante não está no meio de nós e porque vivemos com ela vários momentos importantes sendo eles: de crescimento, de alegria, de tristezas, de conversas, de risadas e o principal de trocas de experiências e de afeto.

Antes de finalizar tenho que acrescentar também que o tempo nos trás experiências, além das saudades e que com ele aprendemos a sermos mais pacientes com nós mesmo e podemos ver que vivemos sozinhos, cada um dançando de acordo a sua própria música e ritmo, mas que no fim estamos todos plugados em um mesmo fator que nos rege, sendo este o fator tempo.

quarta-feira, 18 de março de 2009

O que é o amor?

Cada ser humano tem uma maneira de amar e de demonstrar este sentimento que na Mitologia Grega é representado pelo Deus Eros(Deus do Amor) que foi criado pela Deusa Gaia (que nasceu do vazio que imperava antes no Universo).

Todos nós viemos com a missão de amar e sermos amados, mas às vezes esse sentimento é levado pelo lado meio obscuro e de confusão, ou seja, tem gente que se ilude achando que o que sente pelo outro é amor, sendo que muitas vezes não passa de obsessão e/ou de uma simples ou complicada paixão.

Como posso garantir que tem pessoas que acham que amam, mas que no fundo isso não passa de uma paixão?
Porque as pessoas sempre confundem o significado de ambas, fazendo uma confusão com a frase: “quem ama cuida”, e realmente cuida, mas não da maneira de posse, de querer mandar no outro. Quando nós amamos não cobramos nada em troca, podemos ter o amor do outro em troca, mas se não tiver eu não vou fazer de tudo para tê-lo pra mim, e é exatamente aí que mora a confusão do ser humano, pois ele acha que quem ama cuida e esse cuidar está ligado ao prender e a criar a imagem de alguém não tendo absolutamente a ver com que a pessoa é ou representa para você, abrindo o espaço a paixão e a obsessão, afinal a paixão acontece quando criamos a imagem de alguém sem avisar. Tem paixões que podem durar dias, semanas, meses, anos ou até mesmo toda a vida, mas quando o outro (a pessoa “amada”) mostra realmente como é e o apaixonado finalmente ver a verdadeira identidade de ambos, a imagem criada é destruída, nascendo à dor, o desespero e a angústia que servem de evolução para aprender diferenciar o amor de paixão.

Percebo que o ser humano só aprende realmente a amar o outro quando passa por uma experiência traumatizante e evolutiva e é exatamente por isso que temos que passar por momentos difíceis para crescermos e dele tirar a lição, onde erramos e onde acertamos. Muitas vezes não adianta alertar e nem falar absolutamente nada, o que temos que fazer é deixar cada qual viver o seu momento e respeitar isto, sem esquecer de que cada um de nós é responsável pelo que escolhemos para as nossas vidas, ou seja, não adianta jogar a culpa no mundo se o culpado somos nós mesmos que fazemos as escolhas acreditando ser a certa. Se realmente é a certa, então invista vá fundo, mas tenha consciência e capacidade de assumir as suas responsabilidades tanto positivas como negativas de forma firme e forte, afinal as coisas só acontecem nas nossas vidas se permitimos e se aconteceu nada de perder tempo se arrependendo, pelo contrário vá à busca do novo e da purificação.

Daí vocês devem ta me perguntando: o que você acredita ser o amor?
Eu acredito que o amor não é aquilo que nos ensinam as músicas românticas o amor é, sem definições. Ame e não pergunte muito. Apenas ame e muito. Vamos amar uns aos outros, mas não tentamos possuir uns aos outros, vamos amar um homem ou uma mulher como amamos nossos pais, irmãos, filhos e amigos, vamos amar cada um de sua maneira respeitando o limite do outro e sem cobrar nada, porque quem ama cuida e cuida sem cobrar pelo cuidado oferecido e pelo sentimento que leva no peito. Vamos abolir essa maneira doentia de dependência e de acreditar que quem ama depende do outro e vive em função do outro, porque como disse anteriormente isso não é amor e sim obsessão, paixão e falta de amor próprio, porque só está preparado a amar quem realmente se ama em primeiro lugar e aceita o outro como é sem máscaras, deixando o parceiro(a) livre para respirar e demonstrando claramente o amor que sente, não sendo apenas através de palavras, mas também com demonstrações de carinho e cuidando de maneira livre. Isto é difícil? Não é nem um pouco, afinal se somos capaz de amar nós mesmo, os nossos pais, filhos, irmãos e amigos com liberdade, também somos capaz de amar o homem ou a mulher desta forma, sem cobranças, exigências, ciúmes doentios, descontroles e acima de tudo falta de respeito, sem esquecer as exigências de provas de amor, porque ninguém tem que provar nada a ninguém temos apenas que sentir e sermos felizes por termos alguém para amar, porque o sentimento é seu e de mais ninguém.

Gostaria de finalizar dizendo mais uma vez que: “Amemos uns aos outros, mas não tentemos possuir uns aos outros” e fazendo das palavras de Maria a personagem do livro Onze Minutos do mestre Paulo Coelho as mesmas de muitas pessoas.


“Durante toda a minha vida entendi, o amor como uma espécie de escravidão consentida.
É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.
E quem ama o máximo sente-se livre.
No amor, ninguém pode machucar ninguém cada um de nós é responsável por aquilo que sentimos e não podemos culpar o outro por isso.
Hoje estou convencida de quem ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.
Essa é a verdadeira experiência de liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la.”
Maria – Onze Minutos.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Hoje assistindo a TV me deparei com o filme “Escrito nas Estrelas” que fala sobre destino e o amor. Confesso que depois de assistir esse filme fiquei pensando o que seria realmente o destino e fui à pesquisa da definição da palavra destino.

Na cultura grega o destino é o nome mais comum designado da Moíra, a Deusa distribuidora das partes. A Moíra é fixo, imutável, não podendo nem ser alterado pelos próprios Deuses.

Na filosofia estóica, o Fatum é o destino implacável, aparecendo acima de todos os Deuses e de todos os homens.

Nos dias de hoje, destino é o fim pré-determinado que orienta as ações e os acontecimentos na vida dos homens, ou seja, é a ordem natural estabelecida pelo universo.

O destino realmente explica algumas coisas como, a morte, afinal voltando à cultura grega originalmente cada ser humano tinha a sua Moíra (seu destino), como exemplo podemos dizer que é a Moíra (o destino) que impede um Deus de prestar socorro a um herói no campo de batalha ou de tentar salvá-lo, quando chega a sua hora de morrer.

Enfim, acredito que cada pessoa acredita no destino de uma forma. Já eu posso dizer que acredito nele diferente da cultura grega, da filosofia estóica e muito menos como manda a tradição e como aprendemos de como ele é. Apenas acredito que nosso destino pode ser alterado pelas nossas ações e fatos construindo assim acontecimentos que contribuíram para a abertura de escolhas e decisões que no fim nos levará a nosso destino final.

Sinta-se livre para acreditar e conhecer a sua forma de desvendar o seu destino.

terça-feira, 10 de março de 2009

Início

Ultimamente ando com uma imensa vontade de escrever textos. Não sei ao certo se essa vontade é passageira, se é necessidade de um momento de reflexão, se é necessidade de reflexão, se é necessidade de extravasar sentimentos ou se é apenas NECESSIDADE.

Para saber disso decidir como ponto de partida criar um blog, afinal preciso colocar essa vontade junto com essa energia para fora em alguns escritos. Não tenho a menor idéia se isso será ou se irei agradar a todos, mas meu interesse aqui é apenas me permitir brincar com as palavras para ver o caminho que elas irão me guiar, ou seja, suprir esta necessidade dando espaço para as minhas reflexões e análises.

Não me perguntem se isso é apenas uma fase ou se irei postar todos os dias, não estou aqui para responder isso e sim para curtir e respeitar esses limites que são apenas meus momentos reservados para satisfazer a minha própria vontade.
Gostaria muito de ter começado este blog com algum texto interessante, mas nada me veio a cabeção a não ser escrever isso e dizer quem sou e de onde vim, mas aí me veio à cabeça: “O que irei falar de mim? O que espero? As minhas vontades?” e logo em seguida chega à resposta: “Eu sou Lorena Gonzalez o modelo dos quatro arquétipos clássicos das mulheres descritos no livro de Paulo Coelho – A Bruxa de Portobello, sendo elas: a Virgem, a Mártir, a Santa e a Bruxa.

A primeira (a Virgem) é aquela que a busca se dá através da independência completa e tudo que aprende é fruto de sua capacidade de enfrentar sozinha os desafios.
A segunda (a Mártir) descobre na dor, na entrega e no sofrimento, uma maneira de conhecer a si mesma.
A terceira, sendo esta a Santa, encontra no amor sem limites, na capacidade de dar sem nada pedir em troca, a verdadeira razão de sua vida.
A quarta, sendo esta última a Bruxa, que vai à busca do prazer completo e ilimitado, justificando assim a sua existência.”

Juntando esses arquétipos posso dizer que sou todas elas, algumas delas, nenhuma delas ou que sou simplesmente Lorena Gonzalez que deseja escrever apenas a sua história que tem como título e tema principal A VIDA.