Essa semana mais precisamente no dia 25 (quinta-feira) o mundo perdeu o maior astro da música Pop, o cantor Michael Jackson que iniciou a sua carreira no famoso grupo “The Jackson Five” em 1960, mas foi só em 1972 que Michael lançou seu primeiro álbum solo “Got to be there”, sendo a partir deste um sucesso mundial, vendendo ao todo de sua carreira 750 milhões de discos, um recorde mundial.
Quando recebi a noticia da morte deste fenômeno de talento batizado de Michael Jackson fiquei chocada, sem saber direito se não era mais uma notícia de baixo calão da mídia em relação ao Rei do Pop, mas nem foi e até hoje não consigo acreditar que ele morreu, afinal ele parecia ser imortal como pessoa, é inacreditável saber que não teremos mais esse astro que foi completo por cantar, compor, inovar nos seus clips e sem esquecer-se da sua dança que como disse o Multishow em uma de suas homenagens “um pequeno passo para um homem e um grande passo para a humanidade”, afinal quem nunca teve a curiosidade de saber como ele conseguia cantar tanto e dançar daquela maneira que ninguém nesse mundo consegue fazer de maneira tão perfeita como o próprio.
Foi com toda certeza uma perda muito grande para o cenário musical, afinal não existe artista mais completo do que Michael Jackson e posso dizer duas palavras que definem bem o seu trabalho, sendo elas: talento e inovação, porque ninguém era tão ousado nas suas produções como ele e fazendo tudo com muito bom gosto, além de ser belo de se ver, ainda mais pra época.
Cresci escutando Michael e olha que na minha geração seu sucesso já não era tão forte, devido ao ápice do seu sucesso ter acontecido na década de 80, mas nem por isso deixou de ser um fenômeno na década de 90, onde pude curtir seus sucessos desde pequenina e tendo algumas de suas músicas como trilha sonora de minha infância. Sei que não terá como não ver o clip de “Thriller” e não lembrar que chorava horrores quando menor por achar que ele tinha virado um monstro, de ter um olhar curioso de como ele conseguiu ficar no fogo da estátua da Liberdade no clip “Black or White”, de ser ousado em conquistar Cleópatra no seu clip “Do You remember?” e o melhor de conseguir driblar os soldados do Faraó tendo o poder de virar pó, entre outros.
Agora dando uma pausa para esse momento fã, fiquei abismada com o comportamento da mídia em relação à morte dele, afinal a mídia o colocou em várias situações constrangedoras como na época de seus julgamentos colocando-o muitas vezes como rival, louco, pedófilo e gay e no dia da sua morte até o dia de hoje ela fala dele como um inocente dos fatos, de uma pessoa depressiva por ter uma infância complicada, sendo que na época esses argumentos nem existiam.
Percebi mais uma vez que a mídia assim como consegue formar um astro ela consegue destruir e foi isso que ela conseguiu fazer com Michael na sua época de glória ela o colocava lá em cima, mas na época de seus escândalos fez da sua vida um verdadeiro inferno, esquecendo até que ele era uma pessoa depressiva, carente, que teve uma infância cruel e que por isso vivia ainda com o encanto de uma criança e o engraçado é que quando ele era vivo ninguém se lembrava desses problemas dele para “justificar” os fatos, mas no dia em que ele morre e que se decide fazer as homenagens isso tudo é lembrado de forma misteriosa e até esquecido para abrir espaço para uma bela homenagem à altura de um grande astro que por sinal merecia ter essa homenagem no momento em que foi anunciada a sua volta e não na sua morte em que ele não pode ver. Enfim coisas de uma sociedade que vive em cima da farsa e que acha que qualquer ser humano só tem direito a homenagens quando morre, porque nossa sociedade é assim só dar valor quando perde e o exemplo nítido do momento é Michael Jackson.
Espero que quando toda essa euforia da morte dele passar, a nossa geração não faça com que o Rei do Pop seja esquecido como muitos que já foram depois de sua morte e de suas devidas homenagens de direito. E que Michael consiga sobreviver com suas canções a muitas gerações futuras.
Para finalizar gostaria de questionar: “Quantos séculos será preciso para nascer alguém similar a ele?”, a resposta fica a critério de cada qual, porque para mim não existirá mais ninguém com o seu sucesso.
domingo, 28 de junho de 2009
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Cada vez que vejo a algum clip de MJ, com aquelas coreografias incríveis, aquele suingue só dele; nada disso nunca existiu antes dele e nunca mais existirá igual.
ResponderExcluirnada em excesso dá certo; muito menos fama.
Essa gente toda é muito infeliz: não pode nem ir aonde quer na hora que quer!!! esse é o maior golpe.
chegar lá e não ter liberdade? não é pra mim; naum mesmo.
“um pequeno passo para um homem e um grande passo para a humanidade”. Michael Jackson, o eterno. Parabéns prima pelo texto que eu amei!
ResponderExcluirLORENAAAAAAA SUA LOUCAA TE ACHEI AQUI
ResponderExcluirBJKSS
FLAVIA ROSA